Esse
espaço foi reservado para as tarefas do Blog
Quest, com o intuito de compartilhar nossos conhecimentos, portanto não
deixem de postar suas produções! Aproveitem essa aventura virtual!
Abraços!
Ana
Angelica, Cleide, Drielle, Gleilza e Marleide.
Tarefa
de Bia
Depois da
leitura dos três poemas pude observar que os escritores usam linguagens
diferentes. Cada um adota um tipo de norma, que são a norma padrão, norma culta
e norma popular, renomeadas pelo escritor Margos Bagno como: Norma Padrão,
Variedade de Prestígio e a Variedade Estigmatizada.
Então, após
comparar os poemas dos três autores, observei que no poema de Olavo Bilac, “Um
beijo”, é usado a Norma Padrão, pois em nenhum momento foge as regras da
gramática tradicional. No poema de Carlos Drummond de Andrade, “José”, fica
evidente a Variedade de Prestígio, que usa termos cotidianos, que são
considerados certos por causa das pessoas prestigiadas que usam, mas não estão
totalmente de acordo com a gramática. E no poema do autor Zé da Luz, “Aí se
sesse!”, é usada a Variedade Estigmatizada, por causa dos termos que estão fora
da gramática tradicional e é chamada estigmatizada porque é comum a pessoa com
pouco ou nenhum estudo.
“Por ti”
Por
amar-te, sorri
Por
querer-te, sofri
Por
ter-te, vivi
Por
perder-te, morri
Tarefa de Del
Os
poemas são escritos com normas diferentes. No poema “Um beijo”, Olavo Bilac usa
a norma padrão, pois segue totalmente as normas da gramática. O poema “José”,
de Drummond, usa norma culta que é mais atual, do dia a dia, que não segue
tanto as normas da gramática, mas mesmo assim não é considerada errada pela
população. E o poema “Aí se sesse”, de Zé da Luz, que trás a língua popular,
porque não segue nenhuma regra da gramatica, mas é mais considerada errada que
a norma culta por causa do grau de escolaridade dos seus falantes (em geral
pessoa com pouca instrução), isso demostra o preconceito linguístico.
“O povo acordô”
Ói seu moço vô
li dizê
Agora mudô,
O povo acordô,
Num querem mai
sofrê
Agora o povo
que Sigurança
Que saúde,
inducação
Num que mai
sabe de bola
Chega de
inrrolação
Agora o povo
que lutá
Que
manifestação
Vamo simbora
minha gente
Lutá pela nação
Tarefa de Ane
Utilizando-se da norma
culta, no poema José, de Carlos Drummond de Andrade, pode-se notar que tem uma
estrutura baseada em repetições, em algumas incoerências e às vezes até mesmo um
toque coloquial. Drummond trás como tema central do poema a solidão do homem que
está angustiado com a vida.
Neste poema um beijo de Olavo
Bilac, pode-se notar um vocábulo padrão e a formalidade com as palavras. O
poema retrata o beijo de forma especial, utilizando desta forma um vocabulário requintado.
O poema Aí se sesse, de Zé
da Luz, mostra a variedade do português que tem no Brasil. O poema trás características
da fala de pessoas que moram na zona rural; são palavras que mostram um
português não padrão, de acordo com o autor é a norma popular, ou variedade
estigmatizada. O poema foge das regras gramaticas, pois trás traços da norma
não padrão.
“QUANDO EU NASCI”
Quando eu nasci
O mundo já estava assim
Tinha chuva, sertões
E um mar sem fim.
Quando eu nasci
O mundo já tinha amor
Com um toque de alecrim
Não existia dor.
Tarefa de Joi
No poema de Olavo Bilac, Um beijo, fica claro o uso da norma padrão da língua, o autor usa
as palavras seguindo as normas estabelecidas pela gramática; no poema do Carlos
Drummond de Andrade, Jose, percebemos
que o poeta escreve de forma culta, é
um poema de fácil compreensão, onde o poeta usa a língua que tem um grande
prestigio social. No poema de Zé da Luz, que é uma literatura de cordel, o
poema Ai se sesse, o poeta trás em
seu poema uma linguagem popular, uma linguagem menos formal, característico
desse tipo de norma. Temos três poemas com características distintas e que nos
ajuda na compreensão das normas.
“O meu amor”
Tenho um amor,
Um amor imaturo
E inconsequente.
Um amor lindo que
Dá inveja em muita gente.
Um amor que enlouquece,
Que aperta, que sufoca
E que não sai da minha
mente.
E quando a gente tem um amor
é assim,
Não se sabe ou tem
explicação,
Só se sabe que preenche
coração.
